End of life

End Of Life

O Fim da Vida Útil (EOL) e o Impacto na Sua Infraestrutura de TI

end of life

No dinâmico mundo da tecnologia, um conceito crucial que toda empresa precisa entender é o EOL (End of Life), ou “fim da vida útil”. Em essência, o EOL se refere ao momento em que um fabricante decide descontinuar o suporte e a produção de um hardware ou software específico. Consequentemente, ignorar essa data pode trazer sérios riscos para a sua infraestrutura de TI e, por conseguinte, para o seu negócio.


Para qualquer empresa que dependa de tecnologia, entender e gerenciar o Fim da Vida Útil (EOL) dos equipamentos de TI é crucial. Afinal, ignorar esse ciclo pode, de fato, trazer sérios impactos para a infraestrutura, comprometendo não apenas o desempenho, mas também a segurança e a sustentabilidade do negócio.

Locação

Venda

Suporte

Spare Part

O Que Significa End Of Life (EOL) na Prática?

Quando um equipamento ou software atinge seu EOL, isso não significa que ele para de funcionar imediatamente. Contudo, as implicações são significativas:

 

  • Fim do Suporte do Fabricante: A partir da data de EOL, o fabricante não oferece mais suporte técnico, atualizações de segurança, correções de bugs ou novas funcionalidades. Consequentemente, isso deixa sua empresa sem um ponto de contato oficial para resolver problemas.

  • Indisponibilidade de Peças: Para hardware, a produção de peças de reposição é descontinuada. Isso, por sua vez, torna a manutenção e reparos extremamente difíceis e caros, e até mesmo impossíveis.

  • Vulnerabilidades de Segurança: Sem atualizações de segurança, o software e o hardware EOL se tornam alvos fáceis para ataques cibernéticos. Novas ameaças surgem constantemente e, desse modo, sem os patches adequados, seus sistemas ficam expostos.

  • Problemas de Compatibilidade: Com o tempo, sistemas EOL podem não ser compatíveis com novas tecnologias, softwares ou sistemas operacionais. Assim, essa incompatibilidade limita a capacidade da sua empresa de inovar e integrar novas soluções.

  • Perda de Produtividade: A falta de suporte e a maior propensão a falhas podem levar a tempo de inatividade prolongado, o que impacta diretamente a produtividade da sua equipe e a continuidade das operações.

Os Riscos de Manter Equipamentos EOL

Manter equipamentos e software em EOL na sua infraestrutura de TI é como construir uma casa sobre areia movediça. Os riscos são diversos e podem ser catastróficos:

 

  • Risco de Segurança: Esse é o maior e mais imediato perigo. Isso porque falhas de segurança não corrigidas podem resultar em vazamento de dados, ataques de ransomware e outras violações que comprometem a reputação e as finanças da empresa.

  • Perda de Conformidade: Muitas regulamentações e padrões de conformidade (como a LGPD no Brasil) exigem que as empresas utilizem softwares e hardwares atualizados e com suporte ativo. Consequentemente, operar com sistemas EOL pode resultar em multas pesadas e problemas legais.

  • Custos Ocultos Elevados: Embora pareça uma economia inicial, manter sistemas EOL pode gerar custos muito maiores a longo prazo com reparos emergenciais, tentativas de mitigação de segurança e perda de produtividade.

  • Dificuldade de Integração: A inovação é essencial para o crescimento. Nesse sentido, sistemas EOL podem impedir, por exemplo, a adoção de novas soluções que poderiam otimizar processos e impulsionar o crescimento.

Como Gerenciar o EOL de Forma Proativa?

Lidar com o EOL exige planejamento e uma abordagem proativa. A seguir, apresentamos algumas estratégias essenciais:

 

  • Mapeamento da Infraestrutura: Tenha um inventário detalhado de todos os seus hardwares e softwares, incluindo suas datas de compra e, ainda mais crucial, suas datas de EOL.

  • Planejamento de Substituição/Atualização: Com as datas de EOL em mãos, crie um cronograma para substituir ou atualizar os ativos críticos antes que eles percam o suporte. Para tanto, considere as opções de locação de equipamentos, uma alternativa inteligente para ter acesso à tecnologia atualizada sem grandes investimentos iniciais.

  • Orçamento Adequado: Reserve verbas específicas para a renovação tecnológica. Afinal, antecipar esses custos não só evita surpresas, mas também permite um planejamento financeiro mais eficaz.

  • Avaliação de Riscos: Priorize a substituição dos ativos que representam o maior risco para a segurança e a operação do seu negócio.

  • Parcerias Estratégicas: Considere trabalhar com consultorias de TI ou provedores de serviços gerenciados que possam auxiliar no monitoramento do ciclo de vida dos seus ativos e, consequentemente, na implementação de soluções adequadas.

O EOL é uma realidade incontornável no ciclo de vida da tecnologia, e ignorá-lo é um convite a problemas. No entanto, ao adotar uma gestão proativa do fim da vida útil dos seus equipamentos e softwares, sua empresa garante a segurança, a conformidade e a eficiência da sua infraestrutura de TI, mantendo, assim, o foco no crescimento e na inovação.

    Sua empresa já tem um plano para gerenciar o EOL dos seus ativos de TI? Compartilhe nos comentários!

    Desvendando a Malha de Rede

    Conectividade Ininterrupta para o Futuro

    Transforme Sua Rede com Tecnologia de Ponta

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    Desvendando a Malha de Rede: Conectividade Robusta para o Futuro

    No cenário de conectividade atual, onde a demanda por redes rápidas, confiáveis e com ampla cobertura é constante, a malha de rede (mesh network) surge como uma solução poderosa e flexível. Diferente das redes tradicionais, que dependem de um único roteador central, uma malha de rede distribui o sinal de forma inteligente, garantindo uma experiência de usuário superior.

    O Que É uma Malha de Rede?

    Imagine uma teia de aranha onde cada ponto está conectado a vários outros. É assim que funciona uma malha de rede. Ela consiste em um grupo de dispositivos de conectividade, chamados de “nós” (ou pontos), que trabalham juntos para formar uma única e grande rede. Dessa forma, cada nó na malha não apenas transmite o sinal Wi-Fi, mas também se comunica com outros nós, criando múltiplos caminhos para os dados.

    Se um nó falhar ou se o caminho direto estiver congestionado, os dados podem automaticamente encontrar uma rota alternativa e mais eficiente através de outros nós. É justamente isso que a torna tão resiliente e eficiente.

    malha de rede

    Como Funciona a Malha de Rede?

    Em uma rede de malha, não há um roteador principal único que concentre todo o tráfego. Em vez disso, cada dispositivo (nó) na rede atua como um roteador e um repetidor, enviando e recebendo sinais. Assim, quando um dispositivo precisa enviar dados, a malha de rede determina o melhor caminho para o destino, utilizando a rota mais rápida e confiável disponível.

    Essa comunicação “multi-hop” permite que os dados cheguem ao destino mesmo que não haja uma conexão direta entre o ponto de origem e o de destino. Os nós se auto-organizam e se adaptam, integrando automaticamente novos nós e encontrando os caminhos mais eficientes para o tráfego de dados.

    Tipos de Malha de Rede (Topologias)

    Malha Completa (Full Mesh)

    Cada nó na rede está diretamente conectado a todos os outros nós. Por isso, oferece a maior redundância e tolerância a falhas, mas é extremamente complexa e cara de implementar em grandes escalas, sendo mais comum em redes de backbone críticas.

    Funciona da seguinte forma, se você tem ‘N’ dispositivos, cada dispositivo terá ‘N-1’ conexões diretas. Por exemplo, em uma rede com 5 computadores (N1, N2, N3, N4, N5):

    • N1 se conecta diretamente a N2, N3, N4 e N5.
    • N2 se conecta diretamente a N1, N3, N4 e N5.
    • N3 se conecta diretamente a N1, N2, N4 e N5.
    • N4 se conecta diretamente a N1, N2, N3 e N5.
    • N5 se conecta diretamente a N1, N2, N3 e N4.

    Essa configuração cria múltiplos caminhos para os dados viajarem entre quaisquer dois pontos da rede.

    Malha Parcial (Partial Mesh)

    Na Malha Parcial, a ideia é combinar as vantagens de redundância da Malha Completa com a praticidade de topologias mais simples, como a Estrela. Assim, você terá algumas conexões diretas entre certos dispositivos, mas não entre todos eles.

    Por exemplo, imagine uma empresa com vários escritórios (nós). O escritório central (nó N1) pode ter conexões diretas com todos os outros escritórios (N2, N3, N4 e N5.), mas o escritório N2 pode não ter uma conexão direta com o N5; em vez disso, o tráfego entre N2 e N5 passaria por N1. No entanto, para garantir redundância, N2 e N3 poderiam ter uma conexão direta entre si, oferecendo um caminho alternativo caso N1 falhe.

    A malha de rede representa um avanço significativo na forma como construímos e utilizamos nossas redes. Para empresas que buscam conectividade ininterrupta, alta performance e resiliência, a malha de rede é uma solução robusta que garante que seus dados estejam sempre fluindo, não importa o que aconteça.

    Você já utiliza uma malha de rede em sua casa ou empresa? Qual tem sido sua experiência com essa tecnologia?

    Guia Completo para Atualização de Firmware

    Simplifique a Atualização do Seu Equipamento

    Guia para Atualizar o Firmware dos Switches Cisco Catalyst com Porta USB

    Atualize o Firmware do Switch Cisco Catalyst via USB e Otimize o Desempenho
    Este guia completo irá mostrar como atualizar o firmware do seu Switch Cisco Catalyst via USB, além de explorar maneiras de otimizar o desempenho do seu equipamento Cisco.

    Neste material, você aprenderá a garantir a segurança e a eficiência da sua rede, especialmente por meio da atualização para as versões mais recentes de firmware. Aproveite ao máximo suas soluções Cisco e mantenha sua rede funcionando de forma confiável com nosso passo a passo.

    Renove o firmware do Switch Cisco Catalyst com o uso de USB.

    Por Que Atualizar o Firmware é Essencial?

    Atualizar o firmware do Switch Cisco Catalyst via USB é uma prática recomendada por oferecer diversas vantagens. Em primeiro lugar, a porta USB possibilita um método direto e simples para transferir o arquivo de firmware. Isso é especialmente útil quando o acesso à rede é limitado ou inexistente, permitindo assim uma atualização offline. Essa capacidade é crucial em situações de problemas de rede ou em novas instalações.

    Além disso, a transferência de dados via USB tende a ser mais rápida do que o uso de TFTP, especialmente em redes congestionadas. Outro ponto positivo é que a atualização offline minimiza a exposição do switch a ameaças de segurança durante o processo. Por fim, o acesso físico à porta USB serve como uma camada extra de segurança, garantindo que apenas pessoas autorizadas possam realizar a atualização.

    Passo a Passo Para Atualizar o Firmware do Switch Cisco

    Passo 1: Preparação

    Renove o firmware do Switch Cisco Catalyst com o uso de USB. Siga os passos originais para baixar a imagem IOS-XE, preparar o pendrive e conectar-se via console.

    Passo 2: Conexão e Acesso ao Switch

    Siga os passos originais para acessar o modo EXEC privilegiado.

    Passo 3: Verificação e Backup da Configuração

    Verificar o IOS Atual:

    • Digite show version e pressione Enter.
    • Exemplo de Saída do show version:
    Cisco IOS Software, IOS-XE Software, 
    Catalyst 3850 Software 
    (CAT3K_CAA-UNIVERSALK9-M, Version 16.9.4, 
    RELEASE SOFTWARE (fc2)
    Technical Support:
     https:/www.cisco.com/techsupport
    Copyright (c) 1986-2020 by Cisco Systems,
    Inc.
    Compiled Tue 24-Mar-20 12:50 by mcpre
    ROM: BOOTLDR: Gibraltar Boot Loader
    (CAT3K_CAA-BOOTLDR) Version 16.9.4,
    RELEASE SOFTWARE (fc2)
    
    Switch uptime is 1 week, 2 days, 3 hours,4 minutes
    System returned to ROM by reload
    System image file is "flash:
    cat3k_caa-universalk9.16.09.04.SPA.bin"
    Last reload reason: Reload Command
    
    cisco WS-C3850-24P (APM88XXX)
    processor with 1048576K bytes of memory.
    Processor board ID ABC1234DEFG
    ... (outras informações)

    O que procurar na saída:

    Versão do IOS-XE:
    “Version 16.9.4” no exemplo.

    Nome do arquivo da imagem IOS:
    “flash:cat3k_caa-universalk9.16.09.04.SPA.bin” no exemplo.

    Modelo do Switch:
    “cisco WS-C3850-24P” no exemplo.

    Tempo de atividade do sistema (“uptime”):
    “Switch uptime is 1 week, 2 days, 3 hours, 4 minutes” no exemplo.

    Razão da última recarga (“Last reload reason”):
    “Reload Command” no exemplo.

    ID da placa do processador:
    “Processor board ID ABC1234DEFG” no exemplo.

    Memória RAM:
    “1048576K bytes of memory” no exemplo.

    O que fazer após o “show version”?

    • Anote a versão atual do IOS-XE.
    • Verifique se o modelo do switch corresponde à imagem que será instalada.
    • Confirme o nome da imagem em execução.

    Backup da Configuração no Pendrive USB:
    – Insira o pendrive USB na porta USB do switch.
    – Verifique se o pendrive é reconhecido: show usbflash0:

    Verificando o conteúdo do pendrive:
    – Após inserir o pendrive, e executar o comando show usbflash0: verifique se o sistema listou os arquivos presentes no pendrive.
    – Caso o comando não retorne nada, verifique se o pendrive está formatado em FAT32, e tente outro pendrive.
    – Verifique se o arquivo de imagem .bin está presente no pendrive.
    – Copie a configuração atual: copy running-config usbflash0:config_backup.txt

    Verificando o backup:
    – Após copiar o arquivo de configuração para o pendrive, utilize o comando show usbflash0: novamente.

    Exemplo de saída do comando show usbflash0: 

    usbflash0:config_backup.txt 567890 bytes.

    – Verifique se o arquivo “config_backup.txt” aparece na lista, e compare o tamanho do arquivo listado, com o tamanho do arquivo da running-config.
    – Copie a configuração de inicialização: copy startup-config usbflash0:startup_config_backup.txt
    – É altamente recomendado também salvar a configuração no computador via xmodem.

        • copy running-config xmodem:

    Passo 4: Copiar a Imagem IOS-XE para a Flash

    Verifique se o pendrive está inserido.
    Copie a imagem do pendrive para a flash: copy usbflash0:<nome_da_imagem.bin> flash: (substitua pelo nome do arquivo).

    Acompanhando a copia do arquivo e localizando a imagem copiada:

    Durante a cópia do arquivo, o sistema exibirá o progresso da operação.
    Aguarde até que a cópia seja finalizada, e o prompt do switch retorne.
    Após a cópia, utilize o comando dir flash: para verificar se o arquivo da nova imagem foi copiado para a memória flash do equipamento.

    Exemplo de saida do comando dir flash:

    Directory of flash:/
    2 -rwx 12345678 bytes May 01 2024 
    10:00:00 -03:00 
    cat3k_caa-universalk9.16.12.05.SPA.bin
    3 -rwx0 567890 bytes May 01 2024 
    10:01:00 -03:00 config_backup.txt
    4 -rwx 987654 bytes May 01 2024 
    10:02:00 -03:00 
    startup_config_backup.txt
    32505856 bytes total 
    (12345678 bytes free)

    No exemplo acima, a imagem copiada é a “cat3k_caa-universalk9.16.12.05.SPA.bin”.

    Compare o nome e o tamanho do arquivo listado, com o arquivo que esta no pendrive, para garantir que não houve erros durante a copia.

    Reiniciar o equipamento após a cópia do novo firmware:

    Após a cópia do novo firmware para a flash, é recomendado reiniciar o equipamento antes de configurar o boot. Para isso utilize o comando reload, e confirme a reinicialização.

    Após a reinicialização, verifique novamente com o comando dir flash: se o arquivo de imagem foi copiado corretamente, e se o equipamento está funcionando corretamente.

    f

    Passo 5: Configurar Parâmetros de Boot

    Defina o caminho de boot: boot system flash:<nome_da_imagem.bin> (substitua pelo nome do arquivo).
    Verifique o boot path: show boot
    Salve a configuração: copy running-config startup-config

    Verificando o boot:
    Após o comando show boot, verifique se o caminho do boot aponta para a nova imagem que foi copiada para a flash.

    Exemplo da saída do comando show boot:

    BOOT variable = 
    flash:cat3k_caa-universalk9.16.12.05.SPA.bin,1; 
    Config file = flash:/config.text 
    Enable Break = no 
    Manual Boot = no 
    HELPER variable = 
    NVRAM/Config file

    Verifique se o valor da variável BOOT aponta para o novo arquivo de imagem.

    Passo 6: Recarregar o Switch

    Digite reload e pressione Enter.

    Confirme com y e Enter.

    Após a reinicialização, conecte-se via console

    R

    Passo 7: Verificar a Atualização

    Verificar a Nova Versão do IOS:

    Após a reinicialização, conecte-se via console e acesse o modo EXEC privilegiado.
    Digite show version e compare a saída com o exemplo anterior e com a sua imagem original.
    Confirme que a versão do IOS-XE e o nome da imagem correspondem à nova imagem instalada.

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